O Implanon é um dispositivo contraceptivo de longa duração, que fica sob a pele do braço onde é inserido e permanece por cerca de três anos, liberando lentamente o hormônio etonogestrel,
uma progesterona sintética que bloqueia a ovulação e evita a gravidez. Na minha experiência, muitas mulheres que desejam uma opção de contracepção segura escolhem este método, pois oferece benefícios claros, como a menor taxa de falha, sendo altamente eficaz e capaz de impedir riscos de forma grandes.
O Implanon é um dispositivo colocado no corpo da mulher para auxiliar na prevenção da gravidez, atuando diretamente no ciclo menstrual e no ovário ao liberar hormônios como a progesterona, que ajudam a inibir a ação do endométrio e reduz a proliferação celular. Esse uso é recomendado para quem deseja um mecanismo confiável, capaz de evitar doenças transmissíveis quando combinado com preservativos, além de ser importante para diminuir sintomas como cólica e manter o fluxo mais regular.
Também pode ser indicado no tratamento da endometriose, ajudando a controlar o desenvolvimento da camada endometrial dentro do útero, reduzindo riscos de câncer e melhorando o equilíbrio dos hormônios no corpo. Muitas mulheres relatam benefícios ao lembrar que o método protege de forma contínua e sexualmente segura, sendo uma opção prática para quem busca estabilidade sem depender de cuidados diários.
O Implanon é colocado no consultório por um médico ou ginecologista, através de um procedimento simples que utiliza um aplicador para facilitar a inserção do dispositivo na parte interna do braço. Com o uso de anestesia local, em cerca de 10 minutos o processo é concluído, fazendo uma pequena incisão na pele para que o profissional insere o implante de forma específica, sempre com cuidado para minimizar o desconforto da paciente.
Após o corte, o local deve ser mantido seco e protegido com um curativo, sendo comum sentir leve dor nas primeiras horas. Em minha experiência, o implante pode permanecer sem problemas e, em até 24 horas, a pessoa já retoma suas atividades normalmente. Esse método é rápido, seguro e pensado para garantir tranquilidade durante toda a colocação.
O Implanon é uma pequena haste flexível que libera gradualmente o hormônio etonogestrel na corrente sanguínea, agindo em formas combinadas para prevenir a gravidez. Esse tipo sintético de progesterona, já mencionado anteriormente, inibe a ovulação ao bloquear a liberação mensal do óvulo pelos ovários, impedindo que os espermatozoides encontrem a célula germinativa e consigam fecundarem.
A progesterona liberada pelo Implanon também engrossa o muco cervical, tornando mais difícil a passagem dos espermatozoides pelo colo do útero e ajudando a reduzir a proliferação celular do endométrio, que fica mais fino e menos receptivo à implantação de um óvulo fertilizado. Esse benefício adicional do muco mais espesso contribui para dificultar a infecção por bactérias. Com essas ações combinadas, o método contraceptivo se mostra altamente eficaz, com taxa de falha de apenas 0,05%, garantindo proteção por até três anos após a inserção. Em comparação, a laqueadura tubária tem 0,5% de falha e a vasectomia é cerca de 2x menos eficaz, tornando o Implanon um dos métodos mais seguros que existe.
O Implanon é um método contraceptivo particularmente útil para mulheres que têm dificuldade em lembrar de tomar a pílula todos os dias, ou que passam mal com pílulas anticoncepcionais e não podem fazer uso de estrogênio. É indicado para aquelas que desejam uma opção altamente segura e eficaz, além de ser utilizado no tratamento da endometriose, da anemia secundária causada por sangramento uterino anormal, e na redução do fluxo menstrual e das cólicas.
Os métodos de longa duração são indicados para mulheres que não pretendem engravidar nos próximos 6 meses, mesmo que decidam suspender antes do prazo. No caso do Implanon, ele pode permanecer por até 3 anos. Porém, é contraindicado em situações de trombose ativa, doença hepática grave, câncer de mama ou outros tumores hormônio-dependentes, sendo essencial avaliar cada perfil individual antes da escolha.
O Implanon atua com progesterona e pode causar sangramento irregular em algumas mulheres, já que a liberação hormonal interfere na ovulação e no fluxo sanguíneo. Em minha prática, percebo que todas pacientes podem reagir de forma diferente: algumas apresentam alterações no padrão menstrual, outras chegam à amenorreia com ausência de ciclos ou apenas muito pouco fluxo. Há casos em que o sangramento dura mais dias, mas ainda assim o método mantém sua grande eficácia na eficácia contraceptiva, com taxas como 75,6%, 24,4% e até 22% de situações relatadas em estudos.
Essas mudanças são comum e podem variar conforme o corpo e a presença de patologia uterina, como adenomiose ou miomatose. Algumas mulheres usam o implante para reduzir dores associadas, enquanto outras, especialmente mulheres obesas, continuam menstruando normalmente. A interrupção ou variação é frequente, mas o importante é prever que cada situação será única, e o dispositivo pode ser ajustado conforme necessidade clínica, sem comprometer a segurança do tratamento.
Diferentemente dos anticoncepcionais orais, que precisam ser tomados diariamente e podem ser afetados por medicações, vômitos ou diarreia, além do risco de a mulher esqueça, o Implanon garante uma proteção constante. Esse método não contém estrogênio, o que é benéfico para mulheres com certas condições médicas, como enxaquecas com aura, histórico pessoal de trombose, tabagismo, varizes ou hipertensão, situações que contraindicam o uso de pílulas anticoncepcionais. Por ser exclusivo de progesterona, é amplamente utilizado em casos onde a segurança hormonal é prioridade.
Existem outras formas de contraceptivos hormonais de longa duração, como o DIU hormonal ou de cobre, que também oferecem proteção contraceptiva por períodos prolongados. No entanto, o Implanon é o único que pode ser colocado através de um procedimento simples no braço, sem a necessidade de intervenção uterina. A escolha do método contraceptivo deve considerar vantagens e desvantagens, sendo a decisão ideal aquela baseada nas necessidades individuais da mulher, levando em conta fatores como eficácia, conveniência, custo e possíveis efeitos colaterais.
Entre as vantagens, o método é considerado seguro e pode ser inserido sob a pele, oferecendo duração de até três anos sem necessidade de atenção diária como outros métodos. Muitas mulheres relatam que não afeta a libido, ajuda a diminuir cólicas e melhora os sintomas hormonais da TPM por meio do bloqueio da ovulação. Além disso, é indicado para pacientes que desejam iniciar a vida sexual, incluindo virgens, já que apresenta uma taxa de falha muito menor, em torno de 0,05%, sendo uma opção prática que pode trazer melhora significativa no fluxo menstrual e na rotina da maioria das usuárias.
Já nas desvantagens, uma pequena parcela de mulheres pode apresentar irregularidade menstrual, com spotting ou sangramento em maior quantidade, durando mais dias. O chip não protege contra ISTs, e quando a mulher desejar engravidar, o implante precisa ser retirado. Também é contraindicado em casos de trombose ativa, doenças hepáticas graves ou histórico de câncer de mama, situações que exigem avaliação médica cuidadosa antes do uso.
A retirada do implante é feita em um consultório por um médico ou ginecologista, através de um procedimento rápido e geralmente indolor. Com anestesia local, o profissional realiza uma pequena incisão na área da inserção e remove o dispositivo com o auxílio de uma pinça. Esse processo costuma ser simples e a maioria das mulheres sente apenas um leve desconforto. A experiência mostra que a técnica correta, com a posição exata do implante, ajuda bastante, e o especialista aplica cuidados para garantir segurança durante todo o momento.
Após a remoção, o Implanon não deixa efeito residual, e a mulher retoma sua fertilidade normal rapidamente. Caso não deseja engravidar, é preciso conversar com o médico para colocar um novo método. Muitas vezes a paciente optará por outras opções contraceptivas, e há diversas alternativas se preferir continuar protegida.
Não, o Implanon é totalmente reversível, e após a remoção a fertilidade retorna rapidamente, geralmente entre 2 a 4 semanas, permitindo que a mulher engravide sem complicações. Isso o torna uma boa opção para quem planeja ter filhos no futuro, mas ainda deseja proteção contraceptiva agora.
Não, o Implanon não protege contra ISTs como HIV ou clamídia, pois sua proteção é apenas voltada para evitar a gravidez e não para impedir infecções. Por isso, é necessário usar preservativos durante as relações sexuais, garantindo segurança completa e prevenindo doenças transmissíveis.
Após a colocação do Implanon, quando é inserido até o 5º dia do ciclo menstrual, a proteção contraceptiva é imediata, permitindo iniciar relações sexuais com segurança. Porém, se for colocado em qualquer outro momento, é necessário utilizar um método adicional, como o preservativo, por pelo menos 7 dias; somente após esse período o implante se torna eficaz na prevenção da gravidez.
O custo do Implanon pode ser variável, dependendo da clínica onde será inserido. O valor normalmente inclui o próprio implante, o material utilizado na inserção, além do honorário pelo procedimento realizado pelo médico. Em minha experiência, esse detalhe financeiro é importante para quem busca clareza antes de escolher o método, já que cada lugar pode oferecer condições diferentes.
Por isso, recomendamos sempre passar por uma consulta para avaliar o melhor método que possa atender às suas necessidades. Na primeira visita, é fornecido um orçamento detalhado. Você pode agende uma consulta com a Dra. Maria Emília, entrando em contato agora mesmo, garantindo que todas as informações sejam explicadas de forma prática e transparente.